Para dar início de maneira bem prática à essa reflexão do porque alguns profissionais sofrem para vender mais, gostaria de destacar que grande parte da estagnação dos negócios acontece pela ausência de inovação e pela presença de amor excessivo ao negócio ou a uma ideia.

Aqui, para tratarmos o assunto de ponto a ponto, começaremos pela ausência de inovação, que é uma questão aparentemente simples, porém, existem tantos estereótipos que caracterizam uma empresa ou colaboradores que o que parece simples acaba por estagnar o negócio.

A diferença de gerações e suas ideias é um dos maiores entraves quando o negócio precisa passar por mudanças ou melhorias em seus processos. A tendência é que uma diretoria e gerência mais “velha guarda” tenham uma visão sólida sobre uma realidade que já se provou funcional, contudo, o ser humano é cíclico e vem inventando cada vez mais novas formas de enxergar a realidade, o consumo e a exposição de informações.

Vale lembrar que os princípios e valores de um consumidor mudaram drasticamente, hoje o mundo tem uma ótica totalmente diferente de 10 anos atrás (estamos falando de apenas uma década) e, talvez, a realidade de sucesso aplicada pelas gerações anteriores aos dias atuais seja uma penitência ao sonho de expandir, gerando assim o que gosto de chamar de dor decisiva. Nesse momento o empresário ou gestor do negócio precisa desconstruir alguns vícios e voltar ao “ensino fundamental do empreendedorismo”.

Às vezes, um ponto que também trava esse progresso é a diferença de idade que existe entre quem precisa tomar a decisão de melhorar seu negócio e quem planeja e executa toda a mudança. Hoje as principais transformações em negócios vêm de processos digitais e quem geralmente implementa as inovações são profissionais jovens, ainda na casa dos 20 ou 30 anos.

Mas é necessário olhar para as novas tendências e construir novas formas de vender mais. Vou citar um exemplo: o serviço de anúncios, feito totalmente por meio de sistemas digitais, ajuda na proximidade de uma rede ampla de pessoas que, em um passado não tão distante, seria impossível para uma empresa pequena. Hoje, com investimentos em tese pequenos, conseguimos alcançar um número de pessoas e gerar vendas de forma muito menos dolorosa.

Nessa hipótese do serviço de anúncios, o que acontece é que ganhamos a possibilidade de qualificar os clientes e, dessa forma, podemos criar melhores estratégias de venda. Fazendo um comparativo com o passado, esse cliente viria de uma forma muito parecida com o posicionamento de um cliente de indicação, que teria a semelhança de já se interessar pelo produto e já ter um contato primordial com a situação.

Essa aversão ao progresso e ao aprendizado com gerações novas pode se dar, também, em função do amor excessivo ao negócio, vivido de maneira tóxica, fazendo com que o empreendedor acredite que aceitar novas soluções significa abrir mão da essência de sua empresa. Porém, isso é um equívoco imensurável! Encontrar novas resoluções para problemas atuais não significa deixar de lado tudo o que você construiu, mas sim agregar valor e modernidade ao seu negócio, te auxiliando a vender mais.

Por isso, pode parecer duro aceitar essa situação e compreender que não é um exemplo de submissão e sim um exemplo de aprendizado constante e aplicado em mundos inovadores. Quando você, empreendedor, compreender melhor essa situação, vai identificar que se tornou um homem de negócios e não um homem do negócio, pois isso comprova que aprendeu sobre a saúde e sucesso empresarial e não se apegará mais em ideias extraordinárias e temporais.

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Sobre o Autor

Alexandre Bovo

Alexandre trilha um caminho relevante na Sheik, iniciando como Desenvolvedor Web, Alê sempre se mostrou um entusiasta no mundo corporativo e um apaixonado pelo empreendedorismo. Hoje ele agrega nosso time comercial e compartilha um pouco do seu aprendizado :)

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